Confundir é limitar os destinatários

Muitas marcas optam por estar presentes apenas numa das redes sociais disponíveis, normalmente o Facebook, por ser a mais conhecida. No entanto, esta decisão é profundamente errada e pode acarretar resultados muito menos conseguidos.

Quando inquiridos sobre a razão desta opção estratégica, muitos dos gestores dizem crer que os públicos se repetem nos diversos canais e que, como tal, não há qualquer vantagem em estar, não só no Facebook, mas também no Instagram, YouTube, Ello, g+, LinkedIn, etc.

Pois, aqui vai: não pense em promover conteúdo ou marcas nas “redes sociais”, mas sim no Facebook, no Instagram, no LinkedIn, etc. Pense separadamente, diferencie cada rede.

Por exemplo, o timeline do Facebook é dinâmico, adapta-se à interacção de cada utilizador, por isso, nem sempre visualizamos todas as publicações de determinadas páginas, mas sim das páginas com que mais interagimos. Assim o Facebook é uma rede na qual a qualidade das publicações supera a quantidade, seja, é preferível a relevância das publicações e a moderação na quantidade das mesmas. Esta é uma diferença técnica.

Mas a diferença de público entre redes é tão ou maior do que a técnica. Se o Facebook é muito abrangente, o LinkedIn é puramente profissional, o Instagram é muito jovem. Também a forma como cada tipo de utilizador se comporta é díspar: no Facebook passa 6h por dia em média, no LinkedIn 6 minutos…

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