Ronaldo ou Tójó?

As redes sociais são já algo completamente entranhado na sociedade e foi coisa que aconteceu ainda mais depressa do que com a Coca-Cola. É fácil constatar em qualquer café que metade das pessoas estão ligadas (e desligadas da realidade) e outros quase tantos, não estando deixam aqui e ali escapar “vi no Facebook” ou “ela pôs uma fotografia no Instagram”. Claro que há sempre quem seja completamente e assumidamente contra estas redes sociais, mas não passa um dia sem assistir a um vídeo no YouTube. E os mais radicais podem até não estar em nenhuma destas, mas, se formos a ver, lá encontramos o seu perfil no LinkedIn.
Seja, quase todos somos, de qualquer forma, público das redes sociais, é um facto!
Mas, se como utilizadores somos, mais ou menos, letrados, seremos o mesmo enquanto produtores dos seus conteúdos? Claramente, não!
É comummente erradamente aceite que qualquer pessoa consegue gerir uma página de rede social, seja de um negócio, marca ou instituição. Alimentar e manter uma página não se resume a publicar umas frases ou fotografias (muitas vezes “roubadas” da Internet, sem respeito pelos direitos de autor). Tudo começa na definição de estratégia e planeamento, na produção dos conteúdos adequados e o uso das ferramentas ideais para chegar a quem se pretende, com a mensagem certa.
Isto não é algo que um sobrinho jeitoso, que passa os dias no Facebook, sabe fazer. É algo que tem de estar assente em conhecimentos de marketing, em estudo e experiência profissional.
Imaginemos um quadro, uma obra de arte, por aquele miúdo que até gosta e tem jeito para fazer uns desenhos. Ou, para melhor explicar, substituamos o Ronaldo pelo nosso filho que adora futebol e até “dá uns toques”.
Diga-me, senhor empresário, para o seu negócio vai preferir o Ronaldo ou o Tójó?

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